Todo o ano passado foi um processo de entender o que estávamos deixando pra trás e o que iriamos enfrentar. No trabalho as coisas iam devagar e o leco tambem estava querendo mudar de area, entao deixar os enpregos foi facil, ate tranquilizante.
Já deixar a casa foi outra coisa. Protelamos pra vender e arrumar tudo no último mês, justamente porque não queríamos desfazer de tudo, e digo que foi doído. Saber que tudo que voce juntou e arrumou deixou do seu modo, agora ia se desmontar e que iríamos demorar pra ter isso denovo foi angustiante.
O maverick, que pensávamos em não vender e deixar em algum amigo, foi a primeira coisa a ser vendida, e isso deu um choque de realidade no que estávamos fazendo. Chorei muito nesse processo, não vou negar.
Mas a coisa mais dificil foi deixar as pessoas. Agora eu vejo como é importante ter pessoas pra dividir seu tempo livre. Fins de semana não são os mesmos, agnt até tenta preencher com coisas pra fazer, mas domingo não tem cara de domingo, não tem a ligação dos pais chamando pra churrasco ou almoço, ou ir na chácara, ou um sorvetinho de tarde com os amigos. Ir na praia caminhar nao é a mesma coisa que sair com a mãe, e sair só eu e o leco comeca a ficar sem sentido.
Seu Osmar ficou sem chão. Nós éramos os únicos que fazíamos visitas 1 a 2x por semana, e agnt adorava ir lá. Agora ele só tem as filhas da Marlene e os maridos pra fazer companhia. Meus pais estão muito carentes também. Agnt também ia 1 a 2x na semana lá, e agora as coisas não tem a mesma felicidade, dizem eles. Hahahaha. Sinto muita falta deles.
Nos próximos posts vou contar como ta indo aqui.
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