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Mostrando postagens de junho, 2021

tem semanas...

Que semana em! Tem semanas que voam, super produtivas e você nem vê! Tem outras que parece que não deslancha nem por reza brava. Tem dias que nem deveria sair da  cama.... e digo que, como autônoma, a vontade e a preguiça é muita. E sei que também não vou conseguir muita coisa vadiando.. haahaa bora trabalhar! Eu tenho a liberdade de fazer meu horário, mas  não sei se isso é bom ou ruim.  Essa foi uma semana muito tensa que consegui finalizar vários pequenos projetos que estavam encalhados e fazer dois grandes projetos. A  pressão das entregas me deixa doida, to com dor nas costas. Isso tomou todo meu tempo livre, estou esgotada. Quando digo q eu faço meu horário, quer dizer que começo cedo sem hora pra acabar e essa semana foi assim do começo até agora.  Entreguei meu último projeto encalhado/difícil, um hidráulico com cálculo de tudo. Parece que saiu um peso das costas. Aleluia. E pra comemorar, vou tomar um banho quente, comer pizza com o maridão, tomar vinho...

Ainda sobre os 30

Rotina de adulto é estranha, trabalho casa sofá, e depois da pandemia só pc e sofá. Isso deixa qualquer um meio desanimado e mirabolando coisas na cabeça do tipo: é essa rotina que quero pra vida toda, vai ser assim até quando? Vou trabalhar a vida toda no pc sem ver ninguém diferente? Isso mexeu comigo e com meu marido, que está estável demais na empresa, 15 anos.  A vontade de mudar de país saiu dai, desse incômodo de ficar no mesmo. Talvez em outro lugar isso mude, ou talvez isso se intensifique, já que agnt não sabe como vai reagir aos perrengues de lá.   Acho que nem precisa ser assim uma mudança radical pra outro país com outra língua. Acho que nos acomodamos na cidade e não vemos outras ideias pra agitar essa rotina. Talvez montar uma empresa, ou um podcast, ou um grupo de leitura ou algo assim, talvez participar dos grupos que já existem... sei la.  Só sei que a  necessidade de mudança está aí.  

Propósito e valores incondicionais

Junto com o livro da Michelle, ouvi um podcast da Amanda Noventa com a Fê Neute, sobre os valores incondicionais que elas têm pra vida delas. Sabe, a Michelle mudou o rumo da carreira significativamente pra alinhar aos valores, e o Obama sacrificou parte da vida familiar pelo mesmo propósito. A Neute comentou que muda reuniões e horários pra focar na saúde e eu me pergunto se faço esses tipos de escolhas, inconscientemente ou não, ou se tenho mesmo esses valores claros pra mim. A resposta é obvia, NÃO. Pensando nisso, tentei ver os valores incondicionais que norteiam minha vida hoje e os que quero adicionar ou retirar dessa lista. - Integridade: acho q esse é o valor que mais vejo. Não consigo fazer algo que sei q é errado, ou acho inapropriado. Nem que seja uma mentirinha pra sair de uma reunião chata. Fico totalmente desconfortável se vejo acontecer. Acho que foi herança dos momentos no atelier da mãe, quando jurei não entregar algo que não gostasse e mudar até ficar bom. - Dinheiro:...

Crise dos 30

Já to na crise dos 30 desde os meus 28 anos.. hahaha Hoje tenho 30 anos, estou no meio da minha crise existencial e longe de ter uma resolução. A crise iniciou quando eu estava no último ano da segunda faculdade e não queria encarar o início de carreira. Tentei começar em outros escritórios de arquitetura mas hoje dou passos pequenos sozinha, morrendo de medo de crescer com o escritório (sou tímida e meio anti-social). Com esse medo, a vontade de sair do país aumentou, meu marido também queria e focamos em ir pra França. Curso comprado, escritório em segundo plano e concentramos as energias nisso. Acredito que essa vontade louca de ir pro exterior era uma forma de fugir da resposabilidade do escritório dar certo. Enfim, a ida pra França não deu certo, mudamos o destino pra inglaterra e até conseguimos os documentos, mas decidimos ficar, por enquanto. Nisso tudo, veio pandemia e home office, congelamos qualquer plano e estamos igual a doly... continue a nadar..... A insatisfação com a r...

"Minha História", de Michelle Obama

Estou lendo o livro da Michelle Obama, devo ta nuns 75% já, e ele trás, dentro da história de vida dela, alguns ensinamentos e conceitos que fiquei pensando esses dias. No livro ela fala sobre a infância e a necessidade de correr atrás das coisas, que o mérito tem que ser conquistado. Uma frase que ela diz em alguns momentos é que ela precisava fazer o dobro pra conseguir metade. Não é atoa que ela se empenhou tanto pra um objetivo e conseguiu o que queria. Mas será que ela queria aquilo ou foi a maré que levou ela pra lá?  Num momento ela tem os questionamentos que todos passam: será que é isso que quero pra vida?... quais meus objetivos mesmo? O que me deixou pensativa também foi o fato deles pegarem seus valores de vida e pautarem suas escolhas neles, sofrendo com as consequências disso. Será que já paramos pra pensar quais os nossos valores? Vou tentar responder algumas lacunas da minha cabeça sobre isso nos próximos posts. Até